Romance erotico conhecendo o amor parte 4 final

Conhecendo o amor – parte 4 final

A partir daquela noite tudo foi se ajeitando. Como todo começo de relacionamento eu estava meio perdida. Era a primeira vez que eu namorava.
Passando os meses a Clara conheceu minha família, para meu pai ela era amiga. Já para a minha mãe, a minha namorada.
Por mais que a Clara não se importasse com o fato de eu ainda não me assumir para meu pai, eu me incomodava com a situação. Eu não tinha vergonha alguma de dizer que aquela moça, aquela menina forte e guerreira era a minha namorada. Eu me sentia a pessoa mais especial do mundo do lado dela e ela dizia que sentia o mesmo.
Em uma determinada semana, a família dela resolveu viajar. Iriam na quarta e voltariam na segunda. Ela não pôde ir. Tinha aulas na faculdade e provas, então combinamos que eu dormiria na casa dela durante esse tempo. Já tínhamos dormido outras vezes juntas, mas realmente só dormido. Eu ficava com receios de tocar no assunto sexo. Ela foi violentada e isso gera trauma. Também não sabia se depois que ela se tornou uma cadeirante, quais eram as suas perspectivas de uma relação sexual.
Clara é uma mulher linda e eu me sinto muito atraída por ela. Quando a via de biquíni ou uma saia mais curtinha, é óbvio que eu ficava louca de desejo, mas precisava me conter, afinal, na única vez que conversamos um pouco sobre este assunto, ficou combinado que ela iria me dizer quando ela estivesse pronta. Eu não queria apressá-la. Seria muito importante pra ela, seria também muito importante pra mim.
Na sexta-feira resolvemos sair. Fomos a um museu, depois a um restaurante de comidas mediterrâneas. Foi uma noite muito agradável, ríamos de tudo, parecíamos duas adolescentes.
Chegando em casa, eu tomei um banho e fui me deitar do seu lado. Ficamos ali de conchinha conversando, lembrando obras da exposição, mas ela estava diferente, sentia certa provocação dela. Desta vez preferiu não colocar um pijama, ficou ali de calcinha e sutiã vermelho, de renda. Ficou beijando minha mão, fazendo carinhos.
Eu não consegui resistir, comecei beijando seu pescoço, mordendo sua orelha. Olhei para o braço dela e vi que ela estava completamente arrepiada, comecei a beijar suas costas e passar minha mão sobre sua barriga. Sentia ela respirar fundo. Eu estava completamente excitada com aquela situação, quando ela me pediu para que eu parasse com aquilo.
– Te machuquei?
– Não, meu amor.
– Ok.
Voltei pra onde tudo começou: atrás dela abraçando-a e quietinha, o que era difícil porque eu estava completamente excitada. Ela se virou, sorriu de um jeito tímido e beijou meu queixo.
– Lú, não pense que eu não sinta desejo por você, eu sinto e muito!
– Não precisa me explicar, desculpa eu ter começado. Nós já tínhamos conversado.
– Amor, eu te amo, e eu sinto muito desejo por você. Eu só tenho um certo medo…
– Devido ao trauma?
– Não, aquilo eu superei, eu falo medo por não te satisfazer, de não fazer direito. Eu não quero só sentir, eu quero te fazer sentir! E eu sei que você consegue me fazer sentir tesão, agora mesmo eu senti um prazer, uma vontade louca de ser sua, mas e se eu não conseguir te fazer sentir prazer? Eu te vejo de vestidinhos, de saias, até já te vi de biquíni e a primeira coisa que eu pensei foi se eu daria conta de te fazer sentir prazer.
– Meu amor, tira essa cisma da tua cabeça. Eu te amo, eu te quero, eu fico louca quando eu te vejo. Mas, vamos com calma, vamos no seu tempo. Não vou mentir, é difícil ficar ao lado de uma mulher tão linda como você e não atacar você!
– Sua boba! (risos)
– Sou boba por você, louca por você.
Comecei a fazer cócegas e a beijá-la. Começou um beijo intenso, sentia sua mão segurando meu cabelo, mordendo minha boca. Sentia seu cheiro, sua respiração sincronizada com cada toque. Fiquei com medo dela mais uma vez só me atiçar e parei aquilo tudo.
– Porque parou, Lú?
– Estou parando agora para não parar mais adiante. Olha, não me leve a mal, mas se você me parar mais uma vez eu te deixo aqui e vou pro banheiro (risos)
– Eu não vou pedir para você parar, eu não quero que você pare, eu quero fazer amor com você.
– Tem certeza?
Ela ficou me olhando em silencio, pegou minha mão e levou para sua calcinha. Ela estava completamente molhada. Aquilo me fez ficar louca. Comecei a beijá-la e esfregar minha mão por cima daquela calcinha ensopada de tanto desejo. Então a escutei me pedindo de um jeito manhoso para que eu tirasse a minha roupa, que ela queria me ver nua. Eu atendi seu pedido sem demora. Fiquei na sua frente e fui tirando minha roupa.
Os olhos dela brilhavam como duas joias quando eu me despi por completo. Fui até ela, me curvei ante seu rosto e deixei suas mãos irem me tocando como ela queria.
Comecei a beijar seu pescoço enquanto suas mãos passeavam por mim. Puxava seu cabelo e lambia da orelha ao meio dos seios. Tirei seu sutiã e fui descendo até seus seios. Seus bicos rosados chupei-os bem devagarzinho, um por um, aproveitando cada momento.
Sentia sua respiração ofegante enquanto suas mãos apertavam minha bunda.
Desci e tirei sua calcinha bem devagarzinho. Nossos olhares se cruzavam, o clima de desejo nos envolvia. Tirei sua calcinha, abri suas pernas e pude ver de onde vinha todo aquele molhado. Curvei-me e fui dando beijos em sua virilha, escutava ela implorando pra que eu a chupasse, mas eu queria sentir cada pedacinho dela, bem devagar.
Lambi a pontinha do seu clitóris e escutei-a gemendo. Seu gemido era tudo que eu precisava pra confirmar que ela estava sentindo cada toque meu. Perdia-me em seu gosto, quanto mais eu chupava e sugava mais eu queria.
Os gemidos dela eram constantes, suas unhas arranhavam minhas costas. Já não aguentava, precisava senti-la de um jeito diferente. Subi seu corpo todo, beijando-a parte por parte até chegar em sua orelha e disse:
– Te amo muito!
– Também te amo, sou louca por você. Me faz sua mulher, me fode meu amor!
Aquilo era tudo que eu precisava ouvir. Eu prontamente atendi seu pedido, percorri com uma das mãos até chegar em seu sexo. Fiquei roçando meu dedo em seu clitóris, fazendo movimentos circulares. Enquanto eu beijava seu pescoço, as suas mãos percorriam minhas costas e sentia que ela puxava meu cabelo toda vez que ela sentia mais prazer. Podia sentir seu coração acelerado.
Sem demora enfiei um dedo dentro dela e comecei a fodê-la bem devagarzinho, fazendo pressão com meu corpo. Coloquei mais um dedo e aumentei a velocidade. Sentia seu sexo encharcado e, dentro dela, era bem apertadinho. Sabia bem que não demoraria muito e ela iria gozar. Suas mãos apertavam meus seios e eu via o suor escorrendo de nossos corpos nus.
Não demorou muito e senti seu corpo retorcendo e meus dedos completamente imóveis de tão apertados. Mais um movimento meu e ela gozaria. Sem demora, enfiei com mais intensidade meus dedos e senti seu gozo, acompanhado de um belo gemido.
Mal podia acreditar, mas ela sentia cada toque meu. Por mais leve que fosse, ela me sentia. Nós duas, totalmente ofegantes, nos beijamos. Abri os olhos e lá estava ela, com um sorriso lindo, me olhando com suas mãos no meu quadril. Fez uma carinha de safada e, me pedindo pra subir com meu sexo até sua boca, senti sua língua molhada, me fazendo delirar de tanto tesão.
Enfiou sua língua dentro de mim e gozei. Era incrível o tesão que eu estava, por mais que estivesse exausta, não queria sair dali tão cedo. Ela por sua vez continuava a me chupar, apertava minha bunda e me puxa para si. Me puxou fazendo que eu ficasse sentada em seu quadril e enfiou dois dedos em mim, comecei a me movimentar e esfregar em cima dela e foi inevitável: outra vez gozei, perdendo completamente as forças.
Deitei ao seu lado, ficamos descansando, fazendo carinho por um longo tempo, até que ela dormiu em meus braços. Ali, vendo-a dormir, fiz uma análise de tudo que passamos e que provavelmente iríamos passar, de como minha vida havia ganhado cor, sentido. Eu hoje entendo o que é o amor, daqueles que só lemos em livros e vemos em filmes. Honestamente, achei que iria morrer sem conhecer o que é amar, mas a Clara me fez conhecer e viver isso e é com ela que eu quero viver o resto da minha vida.
O amor dela me mudou, o nosso amor é a coisa mais linda que me aconteceu!
E se depender de mim, a gente vai se cuidar para o resto da vida.

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