romance erótico consequencia ou destino parte 1

Consequência ou destino | Parte 1

Mila, vamos! O Marquinho já está nos esperando lá no posto!

– Calma, Breno! – Gritei descendo as escadas correndo antes que meu amigo me tirasse a força do apartamento dele.

Me chamo Camila, mas meus amigos me chamam de Mila, sou negra, tenho 1.65 de altura, cabelos na altura do ombro, seios grandes e bumbum empinado e grande. Coloquei um vestido preto daqueles que marcam bem o corpo, um salto alto e estava pronta.

Sou natural de Tiradentes/MG, mas atualmente moro em Juiz de Fora/MG, faço faculdade de Engenharia e moro em uma casa com mais duas meninas. Quando soube de uma festa LGBT perto de minha cidade natal, achei o máximo! Poderia rever meus amigos e depois ir pra casa dos meus pais e ser a menininha do papai estudiosa, comportada e hétero como eles acham que eu sou.

Encontramos um amigo meu, o Luiz, que também chamou um grupo de amigos dele de outra cidade pra fazermos uma pré-festa. Quando chegamos ao posto, vi meu amigo que há muito tempo não via. Ele estava com um amigo fotógrafo que se chama Fábio, um chef de cozinha que se chama Wander e a sua mais nova amiga, a Renata. Renata é uma menina linda!, branquinha, loira, olhos verdes, boca carnuda, deve ter a mesma altura que eu. Tinha seios fartos e uma bunda linda e muito grande, o corpo dela é bonito, é uma gordinha muito sensual. Ela usava uma calça jeans, uma sapatilha e uma blusa vermelha mais soltinha, deixando a alça do seu top à mostra. Eu e Renata conversamos pouco, mas pelo que peguei da conversa, era a primeira festa LGBT dela. Ao que parecia, ela estava ficando com uma menina e essa menina conheceu uma amiga da Renata, e trocou-a por essa amiga. Todos os amigos gays a produziram só pra ela arrasar na festa, para que ela mostrasse às duas traíras o quanto ela estava bem e recuperada da rasteira que deram nela.

– Animada? – Eu perguntei – Acho que sim… Não sei. Estou meio nervosa, curiosa…

– É muito legal! Qual sua idade?

– Tenho 18 anos e você?

– 24 aninhos… Você é muito bonita, tenho certeza de que vão ficar babando por você!

– Agradeço a sua gentileza.

– Gentileza? Meu Deus, quanto tempo não escuto essa palavra! – eu disse rindo. Senti que ela ficou vermelha, mas não foi de uma forma boa…

– Mila, minha amiga tem esse jeito “retrô” de ser… Mas ela não é um ET pra se espantar assim – disse Fábio tentando contornar as coisas, mas daí quem ficou vermelha fui eu.

– Desculpa, Renata.

– Não precisa se desculpar. Chegando na festa, eu me separei da turma e fui dar uma volta. Tinha muita mulher linda e é claro que eu não perdi tempo. Fiquei com uma garota encantadora! Só não me lembro o nome, mas acho que nem perguntei. Fiquei olhando a Renata de longe e ela me surpreendeu, ela simplesmente estava arrasando na pista, comecei a ficar hipnotizada naquele rebolado. Percebi que ela não estava consumido nenhuma bebida alcoólica, apenas água. Vi meninas chegando nela e ela sempre sorrindo, mas não ficando com ninguém! Fui me reaproximando da turma, assim como quem não queria nada… E sempre dançando aonde ela pudesse me ver, sempre olhando ela. Vê-la dançando me deixou bem excitada, não resisti e fui dançar mais pertinho dela, ou melhor, fui dançar colada nela.

– Você dança bem, dona Renata! – disse para puxar conversa.

– Sério? – ela perguntou espantada.

– Claro! Qual é o segredo?

– Não sei, mas você também dança muito bem!

– Você está arrasando! Tantas meninas chegaram em você, e você não quis… É tão difícil assim? – perguntei ansiando pela resposta.

– Não é isso… – disse ela sem graça.

– Gosta ainda daquela garota que está aqui na festa?

– Não!

– Tem certeza?

– Absoluta, é que eu não curto sair beijando nas festas, eu vim aqui pra me divertir, pra me distrair e se rolar de ficar, que seja com uma só.

– Você ficaria comigo? – arrisquei. Ela arregalou os olhos, ficou extremamente envergonhada, mas deu um sorriso e me deu um selinho. Era o que eu precisava pra agarrar aquela loirinha. Segurei em sua cintura e beijei-a ali mesmo! Percebi que nossos amigos começaram a gritar, mas nem me importei, porque enquanto isso nossas bocas pareciam estar grudadas. Sua mão no meu rosto e a sua língua dentro da minha boca faziam mágica com meus instintos…

– Vem comigo! – Como já tinha ido a outras festas LGBT naquele lugar, sabia bem os lugares onde poderíamos ficar bem à vontade, então a sequestrei (no bom sentido, é claro).

– Quer comprar bebida, Mila? – perguntou ela inocente.

– Não, quero ficar sozinha com você, vem!

– Mas e o pessoal? E se a gente se perder?

– Prometo que não vamos demorar. Ela avisou pro Fábio que estaria comigo e fomos até um bosque bem afastado do local. Eu a encostei em uma árvore e comecei a beijá-la e a roçar meu corpo no dela…

– Mila, se alguém nos ver, vai ser uma vergonha – ela disse ofegante.

– Relaxa, tenha certeza de que aqui ninguém nos verá. E mesmo se nos vissem, não seremos as únicas a estarmos num cantinho aproveitando a vida. Ela me beijou e me puxo pra perto de si, eu louca de desejo, comecei a sugar sua língua e ouvi leves gemidos… Tirei a blusa dela, e levantei seu top, e comecei a mamar naqueles seios grandes e lindos, pele macia, biquinho dos seios rosados e, quanto mais eu mamava, mais ela contorcia… Abri sua calça, mandei ela abrir as pernas e senti aquela bucetinha molhadinha… Fiquei brincando com meu dedo enquanto sugava seus seios. Eu não conseguia parar, eram deliciosos demais… E o gemidinho dela era música para os meus ouvidos. Enfiei dois dedos nela e senti ela retorcer de tesão, não tive dó e comi ela ali mesmo, apertei seu corpo no tronco da árvore, puxei seu cabelo pro lado e comecei a lamber a orelha dela, a falar besteiras em seu ouvido, enquanto meus dedos fodiam ela bem gostoso. E só com aqueles gemidos, foi inevitável, eu gozei. E acelerei bem o ritmo daquela foda, até ela gozar nos meus dedos…

– Delícia, loirinha… – Eu nunca achei que fosse capaz de fazer isso, assim correndo risco de alguém ver. – Coloque sua blusa, vamos encontrar com o pessoal, aposto que estão no mesmo lugar. – Ei, espera – ela disse quando estávamos saindo. – O quê? – Eu adorei – Ela disse me abraçando como se fosse uma criança que ganhou um presente. Voltamos pra pista e eu fui buscar cerveja pra mim e ela voltou pra perto do pessoal. Levei uma cerveja pra ela e vi ela dançando com seus amigos. – Loirinha, toma, peguei pra você. – Ah, obrigada, mas eu não tomo cerveja e nem nada alcoólico. – Pena, não sabe o que está perdendo, eu vou beber a sua então. Bebi e dançamos um pouco, até que eu cansei de ficar ali, e fiquei pensando em um jeito de dar uma nova fugida. – Vou ao banheiro, Renata, já volto – eu disse usando como desculpa. – Quer que eu vá contigo? – ela disse oferecendo companhia. – Não, imagina, fica aí dançando que eu já venho. Dando uma volta pela festa encontrei um ex “rolo” meu e acabou que fiquei com ela, ali dançando e beijando. Até que a menina que eu estava ficando disse que tinha alguém me chamando, quando eu olho pra trás estava toda a turma me olhando, inclusive a Renata. Ela estava com uma carinha de choro e todo mundo me encarando como se eu fosse a pior pessoa do mundo. Fiquei sem reação, mesmo quando seu amigo Fábio se aproximou de mim. – Desculpa te atrapalhar, só viemos pra avisar que seu amigo passou mal e estamos indo levá-lo pra casa. De lá, já vamos embora. – Ele vomitou? – eu perguntei. – Sim. – Fábio, por que vocês não me esperaram lá? Eu estava ficando com a Renata! – Olha aqui, o dona gostosona. Primeiro, minha amiga não é um produto que se usa e depois se esquece em um canto. Segundo, a turma inteira percebeu sua jogadinha de mestra! Mas seu amigo passou mal, íamos deixá-lo vomitando no banheiro até você voltar com uma desculpa esfarrapada? – Tem razão. Fui caminhando sem jeito até meu amigo e a Renata, que estava olhando pra baixo. Perguntei pra ele o que tinha acontecido, e resolvi ir embora com eles, afinal com quem eu voltaria? Estávamos em dois carros, e eu fui atrás com a Renata sem ela olhar na minha cara. – Você está calada. Cansada? – Estou sim, Camila – ela disse fria. – Camila? Me Chame de Mila, como todo mundo. – Prefiro te chamar de Camila. – Hum, olha, me desculpa, eu fui com intenção de ir e voltar do banheiro, só que aquela menina me pegou de papo… E me seduziu, eu acabei… – Acabou levando ela pra um lugar afastado? Ou não deu tempo? – Melhor nos falarmos em outra hora… Só estou tentando concertar as coisas. – Relaxa. Não nos falamos mais naquele dia, fiquei no apartamento enquanto eles foram dormir na casa do Luiz e de lá seguiram viagem.- Mila, vamos! O Marquinho já está nos esperando lá no posto!

– Calma, Breno! – Gritei descendo as escadas correndo antes que meu amigo me tirasse a força do apartamento dele.

Me chamo Camila, mas meus amigos me chamam de Mila, sou negra, tenho 1.65 de altura, cabelos na altura do ombro, seios grandes e bumbum empinado e grande. Coloquei um vestido preto daqueles que marcam bem o corpo, um salto alto e estava pronta.
Sou natural de Tiradentes/MG, mas atualmente moro em Juiz de Fora/MG, faço faculdade de Engenharia e moro em uma casa com mais duas meninas.

Quando soube de uma festa LGBT perto de minha cidade natal, achei o máximo! Poderia rever meus amigos e depois ir pra casa dos meus pais e ser a menininha do papai estudiosa, comportada e hétero como eles acham que eu sou.

Encontramos um amigo meu, o Luiz, que também chamou um grupo de amigos dele de outra cidade pra fazermos uma pré-festa.

Quando chegamos ao posto, vi meu amigo que há muito tempo não via. Ele estava com um amigo fotógrafo que se chama Fábio, um chef de cozinha que se chama Wander e a sua mais nova amiga, a Renata.

Renata é uma menina linda!, branquinha, loira, olhos verdes, boca carnuda, deve ter a mesma altura que eu. Tinha seios fartos e uma bunda linda e muito grande, o corpo dela é bonito, é uma gordinha muito sensual. Ela usava uma calça jeans, uma sapatilha e uma blusa vermelha mais soltinha, deixando a alça do seu top à mostra.

Eu e Renata conversamos pouco, mas pelo que peguei da conversa, era a primeira festa LGBT dela. Ao que parecia, ela estava ficando com uma menina e essa menina conheceu uma amiga da Renata, e trocou-a por essa amiga.

Todos os amigos gays a produziram só pra ela arrasar na festa, para que ela mostrasse às duas traíras o quanto ela estava bem e recuperada da rasteira que deram nela.

– Animada? – Eu perguntei

– Acho que sim… Não sei. Estou meio nervosa, curiosa…

– É muito legal! Qual sua idade?

– Tenho 18 anos e você?

– 24 aninhos… Você é muito bonita, tenho certeza de que vão ficar babando por você!

– Agradeço a sua gentileza.

– Gentileza? Meu Deus, quanto tempo não escuto essa palavra! – eu disse rindo. Senti que ela ficou vermelha, mas não foi de uma forma boa…

– Mila, minha amiga tem esse jeito “retrô” de ser… Mas ela não é um ET pra se espantar assim – disse Fábio tentando contornar as coisas, mas daí quem ficou vermelha fui eu.

– Desculpa, Renata.

– Não precisa se desculpar.

Chegando na festa, eu me separei da turma e fui dar uma volta. Tinha muita mulher linda e é claro que eu não perdi tempo. Fiquei com uma garota encantadora! Só não me lembro o nome, mas acho que nem perguntei.

Fiquei olhando a Renata de longe e ela me surpreendeu, ela simplesmente estava arrasando na pista, comecei a ficar hipnotizada naquele rebolado.

Percebi que ela não estava consumido nenhuma bebida alcoólica, apenas água.
Vi meninas chegando nela e ela sempre sorrindo, mas não ficando com ninguém!

Fui me reaproximando da turma, assim como quem não queria nada… E sempre dançando aonde ela pudesse me ver, sempre olhando ela. Vê-la dançando me deixou bem excitada, não resisti e fui dançar mais pertinho dela, ou melhor, fui dançar colada nela.

– Você dança bem, dona Renata! – disse para puxar conversa.

– Sério? – ela perguntou espantada.

– Claro! Qual é o segredo?

– Não sei, mas você também dança muito bem!

– Você está arrasando! Tantas meninas chegaram em você, e você não quis… É tão difícil assim? – perguntei ansiando pela resposta.

– Não é isso… – disse ela sem graça.

– Gosta ainda daquela garota que está aqui na festa?

– Não!

– Tem certeza?

– Absoluta, é que eu não curto sair beijando nas festas, eu vim aqui pra me divertir, pra me distrair e se rolar de ficar, que seja com uma só.

– Você ficaria comigo? – arrisquei.

Ela arregalou os olhos, ficou extremamente envergonhada, mas deu um sorriso e me deu um selinho. Era o que eu precisava pra agarrar aquela loirinha.

Segurei em sua cintura e beijei-a ali mesmo! Percebi que nossos amigos começaram a gritar, mas nem me importei, porque enquanto isso nossas bocas pareciam estar grudadas.

Sua mão no meu rosto e a sua língua dentro da minha boca faziam mágica com meus instintos…

– Vem comigo! – Como já tinha ido a outras festas LGBT naquele lugar, sabia bem os lugares onde poderíamos ficar bem à vontade, então a sequestrei (no bom sentido, é claro).

– Quer comprar bebida, Mila? – perguntou ela inocente.

– Não, quero ficar sozinha com você, vem!

– Mas e o pessoal? E se a gente se perder?

– Prometo que não vamos demorar.

Ela avisou pro Fábio que estaria comigo e fomos até um bosque bem afastado do local. Eu a encostei em uma árvore e comecei a beijá-la e a roçar meu corpo no dela…
– Mila, se alguém nos ver, vai ser uma vergonha – ela disse ofegante.

– Relaxa, tenha certeza de que aqui ninguém nos verá. E mesmo se nos vissem, não seremos as únicas a estarmos num cantinho aproveitando a vida.

Ela me beijou e me puxo pra perto de si, eu louca de desejo, comecei a sugar sua língua e ouvi leves gemidos…

Tirei a blusa dela, e levantei seu top, e comecei a mamar naqueles seios grandes e lindos, pele macia, biquinho dos seios rosados e, quanto mais eu mamava, mais ela contorcia…

Abri sua calça, mandei ela abrir as pernas e senti aquela bucetinha molhadinha… Fiquei brincando com meu dedo enquanto sugava seus seios. Eu não conseguia parar, eram deliciosos demais… E o gemidinho dela era música para os meus ouvidos.

Enfiei dois dedos nela e senti ela retorcer de tesão, não tive dó e comi ela ali mesmo, apertei seu corpo no tronco da árvore, puxei seu cabelo pro lado e comecei a lamber a orelha dela, a falar besteiras em seu ouvido, enquanto meus dedos fodiam ela bem gostoso.

E só com aqueles gemidos, foi inevitável, eu gozei.

E acelerei bem o ritmo daquela foda, até ela gozar nos meus dedos…

– Delícia, loirinha…

– Eu nunca achei que fosse capaz de fazer isso, assim correndo risco de alguém ver.

– Coloque sua blusa, vamos encontrar com o pessoal, aposto que estão no mesmo lugar.

– Ei, espera – ela disse quando estávamos saindo.

– O quê?

– Eu adorei – Ela disse me abraçando como se fosse uma criança que ganhou um presente.

Voltamos pra pista e eu fui buscar cerveja pra mim e ela voltou pra perto do pessoal. Levei uma cerveja pra ela e vi ela dançando com seus amigos.

– Loirinha, toma, peguei pra você.

– Ah, obrigada, mas eu não tomo cerveja e nem nada alcoólico.

– Pena, não sabe o que está perdendo, eu vou beber a sua então.

Bebi e dançamos um pouco, até que eu cansei de ficar ali, e fiquei pensando em um jeito de dar uma nova fugida.

– Vou ao banheiro, Renata, já volto – eu disse usando como desculpa.

– Quer que eu vá contigo? – ela disse oferecendo companhia.

– Não, imagina, fica aí dançando que eu já venho.

Dando uma volta pela festa encontrei um ex “rolo” meu e acabou que fiquei com ela, ali dançando e beijando.

Até que a menina que eu estava ficando disse que tinha alguém me chamando, quando eu olho pra trás estava toda a turma me olhando, inclusive a Renata.

Ela estava com uma carinha de choro e todo mundo me encarando como se eu fosse a pior pessoa do mundo.

Fiquei sem reação, mesmo quando seu amigo Fábio se aproximou de mim.

– Desculpa te atrapalhar, só viemos pra avisar que seu amigo passou mal e estamos indo levá-lo pra casa. De lá, já vamos embora.

– Ele vomitou? – eu perguntei.

– Sim.

– Fábio, por que vocês não me esperaram lá? Eu estava ficando com a Renata!

– Olha aqui, o dona gostosona. Primeiro, minha amiga não é um produto que se usa e depois se esquece em um canto. Segundo, a turma inteira percebeu sua jogadinha de mestra! Mas seu amigo passou mal, íamos deixá-lo vomitando no banheiro até você voltar com uma desculpa esfarrapada?
– Tem razão.

Fui caminhando sem jeito até meu amigo e a Renata, que estava olhando pra baixo. Perguntei pra ele o que tinha acontecido, e resolvi ir embora com eles, afinal com quem eu voltaria?

Estávamos em dois carros, e eu fui atrás com a Renata sem ela olhar na minha cara.

– Você está calada. Cansada?

– Estou sim, Camila – ela disse fria.

– Camila? Me Chame de Mila, como todo mundo.

– Prefiro te chamar de Camila.

– Hum, olha, me desculpa, eu fui com intenção de ir e voltar do banheiro, só que aquela menina me pegou de papo… E me seduziu, eu acabei…

– Acabou levando ela pra um lugar afastado? Ou não deu tempo?

– Melhor nos falarmos em outra hora… Só estou tentando consertar as coisas.

– Relaxa.

Não nos falamos mais naquele dia, fiquei no apartamento enquanto eles foram dormir na casa do Luiz e de lá seguiram viagem.

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