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Consequência ou destino | Parte 2

Naquela noite, escutei muito dos meus amigos. Me chamaram de insensível, comedora de mulheres, de indelicada. Eu sabia que eles estavam certos, mas fiquei preocupada comigo, nunca fui de me amarrar em menina nenhuma, mas sentia que a Renata era algo diferente.

Às vezes, eu lembrava do seu sorriso, do seu cheiro, da forma carinhosa que ela me tratou, daquele abraço apertado que ela me deu depois de transarmos.

Eu sei que é muita cara de pau, mas solicitei a amizade dela em uma rede social. Depois de umas duas semanas, recebi uma mensagem dizendo que ela tinha aceitado o pedido.
Vasculhei as fotos dela, reafirmei o quanto ela era bonita, percebi que seu senso de humor era incrível! E todas as suas postagens, eu curtia, suas fotos, eu também curtia.

Vi muitas vezes ela online e nada de conversar comigo.

Passaram-se meses, até que em um fim de semana por um milagre fiquei em casa, e a vi online.

– Oi, Renata!

– Oi!

– Tudo bem?

– Sim e você?

– Bem, mande um abraço para o Fábio e o Wander.

– Ok, mando sim.

Como vocês podem perceber, ela estava uma pedra de gelo comigo. Optei pela tática de começar do zero, sermos amigas. Depois de uns meses, funcionou, conversávamos, ríamos e brincávamos muito uma com a outra.

Certo dia, confidenciei a ela que sentia seu cheiro sempre. Ela, a princípio, ficou sem ter o que dizer, então emendei, explicando pra ela que me sentia muito mal com o que eu tinha feito, que, se ela deixasse, eu poderia mostrar que era uma pessoa que poderia fazer ela feliz.

Começamos com conversas picantes ao longo dos dias, era gostoso estar com ela através do Skype, não fazíamos sexo, apenas tínhamos conversas maliciosas.

Renata era uma menina romântica, não que ela me dissesse, na verdade, nem precisa dizer. Ela achava pejorativo dizer “transar”, ela dizia que o certo é “fazer amor”.

Numa sexta-feira, conversando à noite pelo Skype, ela disse que iria jantar na casa de sua avó, que ia desligar para ela poder se trocar. Óbvio que eu não deixei! Ela, muito esperta, se trocou com a câmera ligada. Ela agachou, virou… Mostrou detalhes da sua calcinha de renda…

Eu fui ficando louca com aquilo, minha vontade era de passar por aquele computador e jogar ela em sua cama. Quando ela veio se despedir de mim, eu fiz questão de dizer, que quando ela voltasse eu estaria ali, esperando.

Nessas horas que ela estava com sua família, fiquei pensando que era até divertido e fofo estar flertando com uma menina tão romântica. Apesar de não ser meu perfil, ela mexia comigo.

Era uma ótima menina, trabalhadora, boa amiga, filha, boa aluna e era muito sensual, coisa que eu admirava extremamente, pois falta muita autoestima em mulheres gordinhas.
Mas ela sabia como seduzir, sabia usar seu charme, usar suas curvas a seu favor.

Quando ela voltou, nos falamos um pouco até seus pais irem dormir. Quando já estava de madrugada eu disse que ligaria pra ela… Que seria melhor pra conversar.

– Oi, anjo, achou o fone do celular?

– Oi, loirinha, achei, preciso ser mais organizada como você.

– É verdade e não me venha com a desculpa de que a vida de universitária e blá blá blá… Apagando as luzes aqui…

– Humm… Wstamos no escurinho só eu e você? – perguntei.

– Sim…

– O que você está vestindo? – eu precisava dos detalhes para imaginar.

– Um pijaminha do Mickey, nada sexy.

– Você fica sexy de qualquer jeito, mas e se você tirar ele?

– Hummm, pode ser, você tira sua camisola?

– Tiro sim… – respondi, mas ela nem precisava pedi.

– Prontinho, sem pijama!

– Também já tirei minha camisola, tem mais alguma peça de roupa? – perguntei.

– Claro! Você não? – disse ela espantada.

– Não, durmo somente de camisola, sem calcinha e sem sutiã. Por que não faz como eu? Tira pra mim sua calcinha e o sutiã.

Senti a respiração dela mudar, como quem começava a se excitar com aquilo.
– Prontinho.

– Como eu queria estar aí com você, só pra te encher de beijo.

– Então vem – ela disse.

– Quem me dera, mas façamos o seguinte: use suas mãos pra fazer o que eu faria contigo, prometo fazer o mesmo aqui.

– Feche seus olhos, me imagine perto de você, passando minha língua em seu pescoço, mordendo sua orelha… Sente minha mão apertando seus seios.

– Humm, delícia, Rê…

– De repente, já estou em cima de você, sugando seus seios, sentindo seu corpo, apertando você para bem pertinho de mim – eu dizia enquanto me tocava.

– Ai, que vontade de te morder…

– Abre suas pernas pra mim? Deixa eu sentir seu gosto?

– Deixo…

Estava com uma das minhas mãos em meu seio, a outra já estava sentindo todo aquele tesão, estava completamente molhada, com as coisas que ela me dizia.

Coisas que se estivesse ali, estaria fazendo.

– Minha buceta está toda encharcada, meu anjo… Vem aqui?

– A minha também! Que vontade de sugar e chupar você… O que você está fazendo com sua mão, hein?!

– Nada demais, só mexendo no meu grelinho e sentindo ficar durinho…

– Safada! E se a gente se tocar juntas? Até gozar?

– Queria muito gozar na sua boca…

Senti sua respiração ficar mais ofegante, seus gemidos vieram… Os meus também.

– Vai, loirinha safada! Aumenta a velocidade, vai… Geme pra mim.

E a noite toda foi assim, ficamos até as 5 da manhã, recuperávamos o fôlego e recomeçávamos. Mesmo distantes, ela me fazia gozar como nenhuma outra.

Semanas foram passando e a aproximação era inevitável. Às vezes sentia ela brava quando mencionava que estava indo pra alguma festa, algum carnaval fora de época. Mas, mesmo assim, eu ia!

Vocês devem estar se perguntando se eu nunca a chamei para as festas que eu ia. Lógico que não! Eu sou amante da liberdade, da solteirice. Se ela fosse, iria estragar a festa. Pelo menos, a minha festa.

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