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Consequência ou destino – parte 5 final

Numa tarde de quarta-feira, ouço a voz do Felipe me chamando. Quando olhei pela janela ele estava com o Wander, Fábio e Renata. Sai correndo para recebê-los. Senti Renata mais “leve” me cumprimentou e foi extremamente simpática com a minha família e comigo!

A noite quando todos estavam dormindo, escutei um barulho vindo da cozinha, talvez para minha sorte seria Renata, sendo assim eu poderia tentar novamente conversar.

Chegando na cozinha lá estava ela, tomando um pouco de água.

– Sabia que você iria aparecer Camila.

– Não me julgue essa é a casa dos meus pais.

– Não julgo, eu queria que viesse.

– Então isso foi uma armadilha?

– Sim, eu menti para você na questão de não sentir nada por você… Eu sinto sim.

– Você me ama?

– Não, eu sinto tesão por você.

– Só?

– Bom, é o que eu sinto.

– Eu também sinto isso, além de estar apaixonada por você… Depois que te vi no banho eu me toquei aquela noite.

– Então resolveremos isso amanhã, eu vou despistar os meninos e vou te esperar em frente a igreja principal, aquela azul na praça central às 16hs. Mas já vou avisando, é só tesão. Não conte com mais nada.

– Porque você está me tratando assim? É uma vingança?

– Não, é que eu estou sendo sincera contigo. Coisa que você não foi comigo a anos atrás, eu sei como eu sofri. E acho que se você tivesse a cabeça que você tem hoje naquela época, nossa… seriamos muito felizes, mas eu não posso te iludir.

As coisas mudaram pra mim, daqui a duas semanas eu vou me mudar para Roma, na Itália. Uma empresa de automóveis me chamou e eu decidi ir, não tem nada que me prenda no Brasil, por isso saiba que se você aparecer amanhã naquela praça. Será apenas uma vez. Vou indo, boa noite.

Aquilo me fez perder o sono, eu estava num beco sem saída, ou eu aproveitava e sentia ela pela última vez e corria o risco de sofrer depois. Ou, eu não iria e talvez eu me sentisse melhor, ou pior. Eu não sabia.

No dia seguinte tudo estava normal, os meninos foram embora e Renata disse que iria para outro lugar assim os despistando.

Resolvi correr o risco de sofrer e comecei a me arrumar, coloquei um vestido florido com botões e uma lingerie amarela que ressaltava ainda mais minha cor e fui. Bati no vidro do carro dela e entrei, ela estava de óculos escuros, blusa regata amarela e shortinho jeans.

– Achei que você não viesse.

– Eu também achei, mas prefiro correr o risco tendo feito, do que me arrepender por não ter vindo.
– Ok, podemos sair daqui?

– Sim.

– Sabe me dizer onde tem um motel aqui?

– Sim, eu sei.

Fui guiando Renata até um motel na saída da cidade, ela optou por ficar na suíte de luxo com banheira e piscina. Como ela mesma me disse, se estamos aqui, teremos o que há de melhor.

Chegando no quarto coloquei minha bolsa em uma mesa, esperei ela entrar e subimos para o segundo andar.

Fiquei andando conhecendo o ambiente enquanto ela me olhava com toda a sua seriedade, me analisava como se fosse uma presa.

De repente ví ela vindo em minha direção, me abraçando de um jeito forte e beijando minha boca, com toda sua força.

Aquilo me surpreendeu, ela é tão forte! Depois de alguns minutos terminamos aquele beijo, ela foi me conduzindo até a cama, tentei tirar a sua blusa, mas ela prendeu minhas mãos e disse que não.

Ela me encostou na parede onde ficou colocando pressão sobre o meu, se afastou um pouco abriu os primeiros botões do meu vestido, segurou e rasgou a frente do meu vestido.

– Calma Renata.

– Calada.

– Como vou voltar pra casa?

– Relaxa, vira vai.

Encostei na parede enquanto sentia sua mão desabotoando meu sutiã. Me virou e começou a sugar meus seios, me prensou na parede, levantou minhas pernas me segurando.

Sua boca estava por toda parte em mim, nuca, boca e seios. Me jogou na cama e começou a tirar sua roupa na minha frente. Me puxou pelos pés e levou meu pé até sua boca, começou a me lamber e aranhar minhas pernas.

– Você continua uma delícia.

Disse ela enquanto mordia meus pés, foi subindo e começou a encostar o bico dos teus seios nos meus, roçando eles de proposito enquanto enfiava seus dedos em minha boca.

Puxou meu cabelo e começou a lamber minha orelha, senti sua mão em cima de minha calcinha, sua respiração demonstrava quanto tesão ela estava.

Senti sua boca descendo, enquanto suas mãos arrancavam minha calcinha, e de repente senti sua língua sugando meu clitóris, eu gritava de tanto prazer, me retorcia.

– Tá gostoso é safada? É só o começo.

– Me come vai.

– Repete, o que você quer? Fala pra mim Camila!

– Me come!

– Grita vai! Faz a cidade inteira escutar o que você quer.

– Me come.

Mal terminei de implorar e senti os dois dedos de Renata me arrombando com força. As vezes doía, mas isso nem era empecilho pra mim, eu estava adorando aquela Renata animal, que hora ou outra parecia que iria arrancar minha pele.

Gozei em seus dedos e mesmo assim ela não parava, ela pediu para que eu ficasse de quatro e assim o fiz. Senti seu dedo roçando meu clitóris, bem devagar, sentia o suor de Renata pingando em mim, fui ficando sem forças com a massagem dela em meu clitóris e foi só ela perceber isso e aumentou a velocidade, grudou seu corpo no meu e me puxou junto ao seu corpo.
Senti aquela sensação de gozo, ela levou minha mão até seu clitóris e pediu para que eu fizesse o mesmo que ela. Senti minha mão molhada, e ela gemia como louca.

Deitamos um pouco para descansar, eu bem que queria ficar deitada abraçadinha com ela, mas Renata desde que eu a ví se tornava tão dura comigo, que preferi evitar um clima tenso.

– Sabe Camila, não quero que me ache insensível… Sei que devo ter passado essa impressão.

– Eu não estou reclamando.

– Deveria.

– Bom, já que estamos aqui assim, posso te pedir uma coisa?

– Pode!

– Me abraça.

Aquele pedido foi a coisa mais fofa e eu prontamente aceitei, ficamos ali em silencio, aproveitei e perguntei o porque dela não ter deixado eu toca-la, ela me disse que tudo teria o momento certo.

Chamei ela para entrarmos na piscina, assim que entramos eu a segurei bem forte, fomos até a beirada e ela sentou-se fora da piscina para que eu chupasse ela, ficamos ali um bom tempo, seus gemidos, sua mão segurando minha cabeça, indicava que ela não queria que eu saísse de lá tão cedo.

Puxei suas pernas fazendo ela cair na piscina e prensei-a na beirada, ela colocou suas pernas em minha cintura, suguei seus seios enquanto meus dedos sentiam seu clitóris.

Aquela tarde foi incrível, repetimos tantas vezes, no chuveiro, na cama e em cima da mesa.

Mas como tudo que é bom dura pouco, estava na hora de ir embora, chegando em frente de casa nos abraçamos por um bom tempo.

– Se cuida Camila.

– Se cuide você com aquelas italianas.

– Elas que me aguardem! (risos)

– Ei!

– Estou brincando eu sou tranquila, na minha… Você vai ficar bem?

– Sim, eu acho que sim.

– Olha, você tem meu Facebook, Skype sempre que quiser conversar sobre qualquer coisa, se somente ouvir for útil pra você, eu vou estar lá, ok?

– Não tem previsão de quando você volta ao Brasil?

– Não… Mas quando eu tiver eu aviso… E você se algum dia quiser conhecer Roma, é só falar!

– Tá certo, bom eu vou indo pra não te atrasar.

– Fique bem, se cuide ok?

– Você se cuide também e boa viagem.

Dei um selinho e sai, aprendi muita coisa com a Renata, principalmente em como é bom ser honesta com nossos sentimentos, ela se tornou uma grande mulher, bom, pelo menos eu acho. Sua postura, sei lá, meninas vocês podem achar que poxa essa história não tem um final feliz! E quase nenhum romantismo.

Mas essa minha história com a Renata me serviu tanto, hoje eu sei que tudo que a gente faz tem consequência, inclusive como tratamos os outros.

Hoje me sinto mais madura para viver um romance, para partilhar a vida seja com Renata ou com qualquer outra mulher.

Confira a próxima histórias da Paula

Era uma vez parte 1

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