conto erótico Convite a perdicao, aventura 2 parte 3

Convite a perdição, aventura 2 – parte 3

Cheguei ao chalé e mandei uma mensagem para a Margarida dizendo que a cidade era linda e que eu estava gostando muito de lá. Ela respondeu que estava muito contente por eu estar me divertindo, e que esperava que a viagem só tivesse coisas boas. Eu me despedi na próxima mensagem, e disse que ia dormir cedo aquele dia, pois no dia seguinte iria fazer um passeio turístico. Ela então me deu tchau também e eu fui para o meu banho relaxar.
Durante o banho não parava de pensar no beijo de Marcela, seu sorriso em minha boca, e depois seu corpo tremulo ao contato do meu. Aquela menina ia me deixar perdida, isso me era mais do que óbvio. Sai do banho me troquei, e logo adormeci.
Não me recordo bem, mas acho que sonhei com Marcela, mas o sonho era completamente abstrato, eu não me lembrava de nada, só de alguns flashs que vinham e iam sem sentido algum.
Me arrumei apressadamente e fui até a porta da casa dela esperá-la, fiquei um tempo aguardando a donzela, e logo em seguida ela aparece com um sorriso tímido nos lábios e o capacete nas mãos.
– Pronta?
– Sim, vamos?
– Vamos.
Subimos na moto e ela foi me indicando qual caminho seguir, eu virava a cada rua indicada, e a cada ponto turístico que passávamos ela me contava o que sabia sobre ele, e as vezes eu me atentava a tirar algumas fotos dos que mais gostava.
Depois de passarmos quase o dia todo passeando, nos tocamos que nem havíamos parado para comer, então decidi que iríamos jantar lá no restaurante do hotel fazenda.
Partimos rumo ao chalé e foi ela que dessa vez me segurou mais forte, já que na BR eu acelerei um pouco mais. A aproximação do seu corpo junto ao meu me liberou uma sensação maravilhosa e eu claro não diminui nem um pouco a velocidade para não correr o risco dela me soltar.
Mas como tudo o que é bom, dura pouco, chegamos logo ao local e ela infelizmente descolou seu corpo do meu.
Descemos da moto e fomos até o restaurante, um belo restaurante por sinal, nos encaminhamos até a mesa mais próxima, e fizemos nosso pedido quando o garçom veio nos atender, eu pedi um prato de strogonoff de frango e ela um prato de risoto de filé mignon, para beber o garçom sugeriu um vinho tinto suave, e qual não foi minha surpresa, a mocinha não bebia bebida alcoólica. Achei fofo, e ri, eu então pedi uma taça e ela um suco.
As horas passaram voando entre o jantar e as conversas. Aos poucos via que sua timidez dava cada vez mais espaço para ela se sentir a vontade comigo.
Saímos do restaurante duas horas depois de termos chegado, e nos encaminhamos ao meu chalé, eu precisava de um banho, e trocar de roupa antes de levá-la de volta para casa.
Abri a porta, dei passagem para ela, entrei e fechei a porta atrás de mim. Vendo seu corpo de costas pra mim olhando para o chalé, eu não resisti, a puxei pelo braço, encostei seu corpo na porta e a beijei demoradamente, dessa vez eu não fui pega de surpresa e sim surpreendi, minha língua penetrava sua boca lentamente e massageava a sua que também se movia de acordo com o momento.
Ficamos nos beijando por um longo tempo, até que lembrei que não poderia ficar ali a beijando para sempre. Me afastei lentamente e com medo da resposta a convidei para um banho, já que ambas havíamos ficado na rua o dia todo, ela de inicio não respondeu, eu então a segurei pela mão e fui andando em direção ao banheiro, ela sem graça sorriu e fez que sim com a cabeça. Eu então liguei a hidro e deixei a água tomar conta da banheira.
Voltei em direção dela e segurei suas duas mãos agora, a puxei para mim, e voltei a beijá-la, ela foi tomando mais liberdade, e dessa vez suas mãos passearam pela minha cintura, eu me desvencilhei do beijo para desligar a água, e ela me virei para ela convidando para a banheira com os olhos.
– Você pode virar um pouco?
– O que?
– Pode virar para eu tirar a roupa.
Eu ri gostosamente e me virei, fiquei um tempo de cabeça baixa, até que decidi levantá-la, e tive uma surpresa maravilhosa, o vidro do Box era refletivo e dava para ver parte de seu corpo sendo desnudo pela própria.
A vi terminar e entrar na água, mas mesmo assim me mantive virada até que ela falasse.
– Pronto.
– Você é uma figura, sabia?
– Não sei por que diz isso.
– Porque você é. Posso entrar aí.
– Pode sim.
Eu então comecei a tirar a roupa, e vi que ela discretamente abaixou a cabeça, sorri de leve e entrei na água de frente pra ela.
Não fiz nada, só deixei ela ficar ali, sentada na banheira de frente pra mim, não quis forçar a barra e nem assustá-la, eu não a desejava só carnalmente, eu realmente tinha gostado dela, e não queria apenas ter um momento e pronto. Então puxei um assunto qualquer e ela se soltou depois de algum tempo. Lembrei que não éramos peixe e nem sereias então não podíamos continuar mais tempo dentro da água, levantei e vesti um roupão que estava pendurado no suporte.
– Só um minuto.
Sai do banheiro e logo em seguida voltei com outro roupão.
– Vem, eu fecho os olhos.
Ela se levantou e eu com os olhos fechados estendi o roupão para que ela vestisse e ficasse mais a vontade.
Então fomos para a sala, eu acendi a lareira, e sentamos no sofá uma de frente para a outra e ficamos conversando ainda de coisas banais, rindo um pouco, de vez em quando esbarrando uma mão na outra, trocando olhares, e logo em seguida voltando a conversar.
Ela então se aproximou de mim e ficou me olhando fixamente, eu fui em direção dela, e antes de beijá-la, fiquei também a observando, nossos narizes quase se encostando, nossa respiração completando uma da outra, até que não resisti mais e a beijei. Comecei com um beijo leve, depois fui acelerando, e então desci pelo seu pescoço enquanto passava a unha lentamente pela sua nuca. Ela se inclinou em meu ombro e eu ouvia seu gemido baixinho. Continuei com os beijos, fui até a orelha e falei quase num sussurro.
– Quero te sentir arrepiar que nem na moto.
Nem precisei fazer nada depois, ela tremeu toda em meus braços apenas com as palavras em seu ouvido. Eu então afrouxei seu roupão e passei as unhas pelas suas costas, a senti arrepiar, a ouvi gemer e senti suas unhas cravarem em minhas costas.
Adorei a sensação, e continuei a deslizar as unhas pelo seu corpo, mas agora eu descia beijando seu pescoço, seu ombro, a inclinei e beijei seu colo, ela deixou seu corpo cair para trás e eu aproveitei a posição para apreciá-la um pouco, logo em seguida, me inclinei sobre ela, a beijei, e desci passando a língua pelo seu colo, seu corpo se contorcia em alguns espasmos leves e eu continuava sem me fazer de rogada, me posicionei diante de seus seios, e os beijei carinhosamente, primeiro um, depois o outros, então passei a língua levemente pelo bico que estava completamente rijo, o que a fez estremecer e soltar um gemido alto, eu sorri e chupei seu seio com vontade. Passeava entre um e outro, me dividia entre leves lambidas e algumas sugadas mais quentes, suas unhas penetravam minha pele, de forma que eu tinha certeza que não podia parar naquele momento.
Desci beijando sua barriga, passando a língua por todo o trajeto até que me deparei com seu sexo molhado, convidativo, atraente, a olhei e percebi que mesmo sem falar, ela queria que eu continuasse.
Desci até sua coxa e dei algumas pequenas mordidas, seu corpo se contorcia e eu continuava a provocá-la. Me inclinei um pouco mais diante de seu sexo, passei minhas unhas por sua coxa, e deixei minha respiração quente entrar em contato com o seu sexo excitado. Ela gemeu alto e antes mesmo de se acalmar eu passei a língua pelo seu sexo molhado, ela envergonhadamente abriu um pouco mais as pernas, e eu com aquele movimento convidativo mergulhei em suas pernas com vontade e desejo, passei a língua por varias vezes em seu sexo, até que me ative ao pequeno nervo intumescido de desejo, o coloquei na boca e chupei demoradamente, fiquei ali presa ao local de seu prazer por alguns minutos, até que novamente deslizei a língua por toda a parte convidativa. Eu ora chupava ora lambia seu sexo até que senti seu corpo começar a tremer levemente e ir aumentando o ritmo até que os espasmos vieram fortes e um gemido alto ecoou pelo chalé.
Tirei a boca daquele pote de mel, e subi lambendo sua barriga, seios e colo, até que encontrei sua boca e a beijei para que ela pudesse sentir seu gosto maravilhoso. Sua respiração ainda ofegava quando eu deslizei minha mão pela sua pele e a penetrei de vagar, ela inclinou seu corpo pressionando o meu, e eu ainda a beijando mexia meu dedo dentro de seu sexo quente e molhado, ela ainda não tinha relaxado completamente, eu sabia que ela poderia me dar mais, muito mais, então para incentivá-la, comecei a retirar meu dedo de dentro dela.
– Não…
– Não o que? – Falei entre risos.
– Não para.
– Ué, não está bom já?
– Não, continua…
– Só se você se virar.
A ajudei a virar de bruços, e me posicionei ajoelhada entre suas pernas, sua bunda arrebitada devido à posição me deixou mais molhada do que eu já estava. Eu me inclinei sobre ela, e arranhei seu corpo levemente, ela se empinou e gemeu gostosamente, desci as unhas pelas suas costas inteiras, passei por sua bunda, que a fez gemer algo, continuei até sua coxa, onde firmei mais as unhas e senti seu corpo todo tremer enquanto ela afundava seu rosto em uma almofada.
Subi beijando sua coxa e em alguns momentos lambia bem de vagar, beijei sua bunda e a mordi levemente, o que a fez tremer inteira, continuei com minha língua passeando pelo seu corpo até que cheguei em sua nuca, lambi e fui até sua orelha onde mordi e comecei a sussurrar palavras de incentivo para que ela se soltasse mais.
– Não precisa se prender, você vai gostar.
– Hmm…
– Relaxa que eu sei o que estou fazendo.
– Aham…
Ela não conseguia pronunciar nenhuma palavra que não fosse monossilábica, e não vou mentir que aquilo tudo era ótimo. Eu sobre seu corpo, desci minha mão direita até sua coxa, afastei um pouco suas pernas e fui de encontro ao seu clitóris, com a posição que estávamos, os movimentos feitos eram mais lentos, porém mais fortes, ela começou a tremer sob mim, e enquanto eu beijava seu pescoço e seu ombro, após sentir o liquido escorrer e seu gemido sair abafado pela almofada, eu penetrei meu dedo em seu sexo que apertado o recebeu de forma deliciosa, eu mexia dentro dela, e ela começou a se entregar completamente aquele momento, senti seu corpo mexer sob mim, e para facilitar, levantei um pouco, e com isso dei espaço para um rebolado leve surgir, meu dedo ora entrava, ora saía, esse movimento a fazia gemer alto, seu corpo abaixo de mim deu espaço para um vulcão em erupção, ela acelerou o ritmo do rebolado, e eu claro acelerei o ritmo das estocadas. Isso tudo junto com nosso desejo deu espaço a um gemido alto, forte, gritante e seu corpo ser tomado por espasmos até que ela se largou até sobre o sofá.
Eu sai de dentro dela, e ela ainda continuava tremendo para mim. Eu sorri ao olhar para aquela visão maravilhosa. Me sentei no chão e a deixei voltar com a respiração em compasso certo, enquanto sorria daquela loucura deliciosa.
Depois de uns poucos minutos senti sua mão em meu ombro e me inclinei para trás, fui surpreendida com um beijo leve e doce.
– Tudo bem?
– Tudo ótimo.
– Que bom então. – Falei rindo.
– Eu preciso ter o controle do meu corpo de novo.
– Por mim, você pode perder todo o controle do seu corpo, pode deixar que eu o guio.
– Não duvido que você o guie muito bem, mas é necessário que eu o controle de vez em quando.
– É? Para que?
– Hmm. – Ela sorriu e desceu do sofá.
Fui surpreendida quando ela se sentou em meu colo, de frente para mim, e me beijou demoradamente enquanto suas unhas passeavam pelas minhas costas me fazendo arrepiar.
– Agora é minha vez de te sentir tremer.
Ela então afastou minhas pernas e me penetrou gostosamente, ela mexia os dedos de forma delicada, porém deliciosa, eu beijei seu ombro, o mordi levemente, gemia em seu ouvido e ela ia cada vez mais aumentando o ritmo, fui sendo tomada por um forte espasmo e comecei a tremer em sua mão que me penetrava ainda só que dessa vez mais forte e mais rápido.
– Vem, eu gosto assim…
Me inclinei um pouco mais e posicionei sua mão em meu clitóris que estava rijo de tesão, ela então com uma tímida habilidade foi seguindo os movimentos que eu havia guiado no começo, eu a abracei e gemia em seu ouvido pedindo para ela continuar, fui mexendo meu quadril para ajudar seus movimentos, e me entregando deliciosamente a aquele orgasmo que estava vindo através das mãos daquela menina que estava me deixando louca. Gemi alto em seu ouvido e gozei de uma forma forte e gostosa.
– Nossa… – Falei sem ainda conseguir respirar direito.
– O que?
– Olha, você tinha cara de inexperiente, e toda timidazinha ainda, pensei que ia precisar ensinar algo, mas está de parabéns.
– Instinto.
Eu ri alto dela falando isso, e ela me beijou para me fazer parar. Ficamos ainda brincando e nos beijando algum tempo até que caímos no sono ali mesmo, em frente a lareira que queimava a lenha e aquecia nossos corpos que já estavam esfriando após o prazer sentido por ambas.

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