conto erótico Convite a perdicao, aventura 2 parte 4 final

Convite a perdição, aventura 2 – parte 4 – Final

Amanhecemos e acordamos assustada com uma musica alta que não cessava nem um instante, ela deu um pulo e se levantou, correu até sua calça e pegou o telefone em seu bolso.
– Alô. Oi pai, to bem sim, desculpa é que… Não, é que… Sim pai… Sim… Desculpa.
Desligou o telefone com uma cara de sono e tristeza, pelo jeito deve ter levado uma pequena bronca do pai.
– Seu pai brigou com você?
– Uma bronca por não ter dado sinal de vida.
– Poxa, desculpa gatinha, não queria que você levasse bronca pela minha irresponsabilidade.
– Sua não… Nossa.
Nos beijamos e fomos para o banho já que ela iria ter que me deixar para voltar para casa.
A levei até sua casa e nos despedimos com olhares cúmplices pelo segredo da noite passada. Voltei para o chalé e comecei a arrumar a pequena bagunça que fizemos na sala. Fui então para o banheiro arrumar a outra bagunça, e só então achei meu celular perdido na jaqueta. Nele havia mais de 5 mensagens, abri a caixa de sms para ver, e todas eram da Margarida, uma pequena pontada me deu naquele momento, não sei, bem o por que, mas ela esperava algo de mim, e naquele dia eu falhei com ela.
“Oi Ma, me desculpa fiquei sem o cel. Mas está tudo bem comigo, não fui sequestrada, e nem morta, rsrs, beijo.”
Terminei de arrumar as coisas e vi que a fome apareceu, sai para o restaurante e me deliciei com um belo café da manhã, voltei ao chalé e me deitei na cama para pensar na noite maravilhosa que eu havia tido.
Acabei adormecendo e viajando para o mundo onírico, tive um delicioso sonho onde a festa da noite anterior continuava, acordei com o celular vibrando sob meu travesseiro, meio sonolenta eu peguei o aparelho, li a mensagem que era uma resposta da Margarida para mim.
“Que bom que está viva, rs. Fiquei preocupada sim, mas percebi que estou ficando meio pegajosa, peço que me desculpe se eu a estiver incomodando”.
“Você não me incomoda, você sabe que eu adoro você sua boba. Para de drama.”.
“Sei que me adora, mas notei que anda distante, eu sei o motivo e não precisa dizer, mas saiba que fico contentíssima se você também estiver”.
“Eu sei que fica feliz se eu estiver sim. E saiba que não quero você triste hein, olha que quando eu aparecer aí de novo quero ver aquele sorriso enorme que você tem”.
“Não sei se vem mesmo, mas se vier, eu vou estar com o sorriso enorme em meu rosto, pode deixar. Um beijo preciso trabalhar fica bem e divirta-se”.
“Beijo também, bom trabalho, e pode deixar que vou me divertir sim”.
Eu fiquei mais calma após aquela troca de mensagens, não tínhamos dito nada, mas ao mesmo tempo havíamos dito tudo. Voltei a me aconchegar na cama, e dormi novamente como um anjo dessa vez.
A noite ainda adormecida acordei com batidas na porta, fiquei sem entender muito bem o que se passava, mas fui até lá abrir, era a Marcela com um belo sorriso nos lábios.
– Posso entrar?
– Claro que pode.
Dei passagem a ela que entrou e foi em direção ao sofá que havia sido cúmplice de nossa aventura na noite anterior.
– Senti sua falta hoje, espero não ter sido errada em vir te ver.
– Não, imagina, eu adorei a surpresa. Me desculpa, eu dormi o dia inteiro.
– Nossa, como consegue?
– Sono é o que não me falta, se eu pudesse, hibernava.
– Eu acho que tem coisas mais interessantes para se fazer.
– Hmm, eu também. – Olhei para ela com um sorriso safado. – Você não era tímida?
– Eu sou, mas a pessoa certa no momento certo pode fazer a gente se soltar um pouco.
– Hm, que bom então…
Começamos a nos beijar e fui a direcionando para a cama, chegando lá a deitei e me posicionei sobre ela, comecei a beijar seu pescoço e sua orelha, sua boca.
– Você já sabe quando vai embora?
– Não por quê? – Falei continuando os beijos.
– Porque sei que um belo dia você vai.
Parei de beijá-la, me sentei ao seu lado, ela também se sentou, a olhei fixamente e fiquei um tempo observando suas expressões e reações.
– Eu não havia planejado nada, te conhecer foi uma deliciosa surpresa, você me encantou desde o primeiro dia, acho que quando essas coisas acontecem, temos que aproveitar, e é o que pretendo fazer. Não estou pensando em ir embora nem hoje, nem amanhã e nem depois, mas um dia eu irei. Não podemos esquecer isso, mas se você quiser, fico aqui o máximo de tempo que puder ao seu lado.
– Sério?
– Sim. Tanto porque, como me disseram uma vez, você me é um convite à perdição, e olha, eu quero muito me perder.
Começamos nossos beijos novamente e o resto vocês devem imaginar, assim, fiquei mais alguns dias em Curitiba aproveitando aquela cidade maravilhosa e o que uma curitibana tinha para me oferecer.
O que aconteceu depois?
Isso fica para uma próxima história.

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