romance erótico Convite a perdicao, aventura 3 parte 4

Convite a perdição, aventura 3 – parte 4

Descemos da pedra, claro que desci com ajuda da Lara, que jogou isso na minha cara o caminho inteiro, e resolvemos dar uma volta na praia para encontrar a Karla. Andamos por algum tempo, e nada. Até que a Lara disse que como ela não estava nas pedras, e nem na praia, só havia um lugar que ela poderia estar.
Formos até o apartamento delas. Lara me convenceu a subir dizendo que seus pais estavam viajando, então eu aceitei. Ela abriu a porta, e já se pôde ouvir o som de Elis Regina vindo de um dos ambientes.
Lara me convidou para entrar com um aceno de cabeça, e eu entrei, ela pediu que eu esperasse no sofá e entrou no ambiente de onde vinha o som.
– Toc, toc, posso entrar? – ouvi Lara perguntar.
– Já está dentro – respondeu uma voz familiar, sem dúvida era a Karla.
– É mesmo. Podemos conversar?
– Já estamos conversando.
– Para vai, não me trata assim.
– Assim como?
– Fria. Você sabe que me dói.
– Você acha que o que você faz não dói Lara?
– Sei que dói.
– E por que faz?
– Porque sou uma cabeça dura. Me desculpa.
– Desculpo. Claro que desculpo. E vou desculpar toda vez, como já desculpei tantas vezes, não é mesmo?
– Sim, mas não precisa fazer assim. Eu prometo que não irei mais te magoar assim, prometo do fundo do meu coração.
– Uhum.
– Olha, não quero a menina que estava com você. Não sei nem o que você viu nela.
– Se não queria, porque a beijou?
– Porque sou idiota. Você sabe.
– Sei mesmo. Mas não importa se você a quer ou não. O que importa é que ela te quer, e não a mim. O pior é que eu a achei tão legal, tão…
– Credo, para. Garotinha insuportável ela. E ela não me quer também.
– A tá, não – disse Karla debochada.
– Não mesmo, vem aqui na sala – Lara estava tentando fazer uma espécie de surpresa, esperava que desse certo.
Apareceu a Lara puxando a mão da Karla até a sala, e colocou ela na minha frente.
– Viu? Ela não está aqui por mim, tenha certeza – disse a Lara tentando acertar as coisas.
– Não mesmo. E insuportável é você. Olha Karla, eu só me deixei levar por um beijo, e sinceramente, sua irmã nem beija bem… – agora era a minha vez de tentar consertar as coisas, isso se não bagunçasse mais ainda.
– Ta louca menina? – a Lara era pavio curto.
– Deixa ela terminar de falar Lara – Karla realmente era um doce – Iiiii, serio isso?
– Sério! Eu curti te conhecer e bater aquele papo legal, curti seu beijo, e realmente eu e a Lara só estávamos em um joguinho de sedução. Nada demais. As duas por birra quase cometeram uma grande merda. E me desculpe a má palavra, mas ia ser bem assim. Eu não quero que você fique pensando que sou uma das meninas que prefere a sua irmã a você. E que fique claro, eu a acho uma graça, estou falando da sua irmã agora. Ela só se faz de badgirl, mas no fundo é só uma guria perdida.
– Bem, não vou mentir que penso isso também – Karla concordou comigo meio sem querer.
– Ei, eu estou aqui – Lara não queria ouvir tudo aqui, mas no fundo acho que ela precisava.
– Opa, desculpa. E então Karla, você me desculpa pela mancada?
– Sim. Quer dar uma volta?
– Sim. Vamos.
– Isso, vão, me deixem aqui sozinha, largada.
– Sério mesmo que vai ficar fazendo drama Lara? Olha, sei que você é uma meninona, mas não precisava ser tão explicita assim.
– Aff, vão logo.

Saímos do apartamento delas e resolvemos andar pelo calçadão para conversarmos um pouco mais, não lembro como aconteceu, mas quando dei conta, estávamos aos beijos na porta do meu quarto. Entramos com dificuldade porque eu não conseguia abrir a porta.
Mal entramos, ela fechou a porta com força e me encostou nela, começou a me beijar passando a mão pelos meus cabelos, deslizava pela minha nuca, e ia me deixando completamente arrepiada, não pensei direito, só sei que fui a guiando para a cama, ela sentou da cama e eu por cima dela, a beijava puxando seu cabelo. Ela gemia entre meus lábios, eu arranhava sua nuca e ela tremia sob minhas mãos. Fui jogando meu corpo sobre o dela para que ela deitasse e assim me levantei e rapidamente tirei sua calça que só atrapalhava aquele momento.
Subi beijando sua perna toda, dei uma leve mordida quando cheguei em sua coxa, ela gemeu alto para mim. Continuei beijando, beijei seu sexo sobre a calcinha, subi passando a língua pelo abdômen e levantando sua camisetinha regata. Ao chegar na altura dos seios qual não foi minha surpresa ao ver que eles não estavam cobertos por mais nada só aquele pequeno pedaço de pano que estava prestes a sair de cena.
Ela levantou a cabeça para me ajudar a tirar sua camiseta, e logo em seguida, eu desci beijando sua orelha, seu pescoço, seu colo, antes que pudesse chegar em seus seios, ela começou a tirar a minha camiseta, e com rapidez já estava com as mãos no fecho do meu sutiã. Os abriu e jogou o acessório por algum canto que não notei, já que estava muito ocupada.
Desci então beijando seus seios, os mordi delicadamente e ouvi um gemido abafado, enquanto acariciava um deles com uma das mãos, a boca engolia o outro com fome. Eu sentia seu corpo tremer embaixo do meu e isso ia me excitando cada vez mais. Deixei então seus seios para descer pelo seu corpo mordendo cada pedaço do caminho. Cheguei ao final de seu abdômen e fiquei passando a língua bem de leve por ali. Ela se contorcia e tremia cada vez mais forte.
– Para, você vai me matar assim – disse ela entre gemidos.
– Matar? Só se for de prazer. Vira – disse tentando me controlar para não avançar ainda mais sobre ela.
A ajudei a ficar de bruços, e comecei a lamber e passar a unha em suas coxas, ela abafava o som que saia de sua boca mordendo o colchão. Eu ria de leve sabendo que estava a deixando quase que incontrolável. Subi beijando, arranhando e mordendo.
Quando cheguei em sua bunda, ela não se segurou e gemeu alto, era o que faltava para que eu terminasse a tortura, subi beijando suas costas, me posicionei sobre seu corpo, abri um pouco suas pernas, afastei sua calcinha, e penetrei-a lentamente, seu sexo molhado me facilitou o objetivo, e assim, comecei a mexer meu dedo dentro dela. Ela gemia e rebolava pra mim, eu ia aumentando o ritmo e adorando aquele contato.
Ela empinou um pouco mais e facilitou ainda mais meu objetivo, que era roubar o melhor orgasmo dela. Então enfiei com força e fiquei mexendo meu dedo dentro dela, ela foi aumentando os movimentos e seus gemidos foram se transformando quase que em gritos, eu não deixei que ela gozasse ali, rápido. Tirei meu dedo de dentro dela, e quando percebi que ela ia reclamar, a virei de frente para mim e a beijei.
Ela abriu as pernas e ao invés de um, a penetrei com dois dedos, ao enfiar meus dedos dentro dela, um grito ecoou pelo quarto, e suas mãos apertaram minhas costas. Continuei enfiando com mais vontade, e quando dei por mim, ela estava sentada na cama empurrando seu sexo com força para que meus dedos não saíssem de dentro dela.
– Vai, não para. Continua assim – ela gemia enquanto pedia mais, isso me deixava louca.
– Mexe pra mim, assim, isso.
– Vai, vou gozar. Ai…
– Goza, goza que quero te lamber.
– Aaah… aaah…
– Vai, goza pra mim…
– Não para. Aaah… aaah…
Então senti seu corpo tremer com espasmos fortes, seu grito aumentar, suas mãos me apertarem e ela se jogar para trás pesadamente. O líquido escorreu pelos meus dedos, e antes mesmo que ela pudesse se recuperar, levantei e tirei sua calcinha, olhei para ela, dei um sorriso, olhei para seu sexo molhado. E lambi, passei a língua vagarosamente de baixo para cima. Ela gemeu alto. Repeti o processo. E senti sua respiração ofegar. Então segurando suas pernas, enfiei minha língua bem fundo em seu sexo, ela grudou em meus cabelos e começou a gemer e rebolar em minha boca.
– Ah, que delícia, ai assim…
Eu sugava seu sexo com vontade com a língua ainda dentro dela.
– Agora me chupa, vai.
Acatei seu pedido, e subi com minha língua até aquele nervo rijo. Primeiro passeei minha língua em torno dele, lambi demoradamente.
– Vai! me chupa – ela suplicava.
Finalmente coloquei-o inteiro na boca e o chupei. Chupei com vontade, com força, ela bagunçava meus cabelos, puxava-os e ao mesmo tempo pressionava minha cabeça sobre seu sexo, como se não quisesse me deixar parar.
– Assim… assim… aaaai, continua… vaaai. Aaaah… aaaah…
Eu estava adorando ouvi-la gemer para mim, aquilo estava me deixando mais faminta ainda, fui acelerando o ritmo, até que suas mãos afrouxaram e ela gritou.
Levantei rindo, apoiei minha cabeça sobre sua coxa e fiquei ali observando o movimento do seu peito subindo e descendo rapidamente por culpa do orgasmo intenso.
– Você é uma delicia – falei com toda sinceridade.
– Para!
– Não, sério, uma delicia.
– Sério, para, estou ficando com vergonha – disse ela envergonhada
– Ai, ai, não estava com vergonha nas ultimas duas horas, não é mesmo?
– Para, por favor.
– Ok, parei. Posso subir ai para te dar um beijo?
– Não precisa pedir.
Então subi sob seu corpo, deitei ao seu lado e a beijei demoradamente, por tabela ela sentiu seu próprio gosto, já que minha boca estava cheia do sabor que escorreu pelo seu sexo minutos antes.
– Tem certeza que não posso falar que você é uma delicia?
– Para. Mas já que acha que sou uma delicia, concorda que tenho direito de saber se você também é?
– Claro. Sinta-se a vontade.
E foi assim que passamos a noite, uma aproveitando o gosto da outra, rindo, conversando, até pegar no sono.

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