Depois do cinema… Parte 1

Conto Erótico – Depois do cinema… Parte 1

Fomos ao cinema no final de semana. Estávamos empolgadas para assistir “Um Método Perigoso”, um filme sobre Sigmund Froid e Carl Jung, dois pensadores de suma importância para psicanálise, com algumas cenas de sexo e masoquismo. Saímos da sala um pouco chocadas e, para distrair, fomos ao play, olhar as crianças e jogar com elas.
Já que é impossível medir a quantidade de babacas no mundo, acabamos tropeçando em uma dupla de idiotas que nos viu trocando elogios enquanto comprávamos crédito para jogar no fliperama.

– Carlos, cuidado pra não esbarrar no sapatão – disse o primeiro babaca.
– Tranquilo man, tenho certeza que se eu esbarrar nelas, elas irão gostar – disse o outro babaca.
– Elas são gatas, mas escolheram o lado errado.
– Mulher nenhuma escolhe ser sapatão man, o problema delas é falta de homem – disse o segundo babaca.

Não demos atenção e continuamos a nos divertir. Esses panacas não se mancaram e persistiram nas investidas. Estavam sempre perto e acabaram estragando nossa diversão. Tatiana, que não conseguiu segurar a língua, acabou discutindo com eles.

– Oi, rapazes – disse Tatiana.
– Olá, gatinha – disse o primeiro babaca, cheio de sorrisos, parecia um retardado, mas me contive.
– Escuta, nós ouvimos vocês dizerem que está faltando homem no mundo e por isso nós acabamos sendo lésbicas. Mas o que está parecendo aqui é o contrário, vocês estão nos seguindo e não entendemos porque, já que não estamos interessadas.
– Estamos aqui para o caso de vocês mudarem de ideia. Concordamos que vocês precisam ser salvas, não é certo o que vocês fazem, dizem por aí que é pecado, queremos apenas ajudar…
– Não precisamos de ajuda – interrompeu Tatiana – queremos ficar sozinhas, vocês estão nos aborrecendo.
– Sabe, vocês poderiam ser normais, mas escolheram ser duas aberrações.
– E vocês poderiam ser pessoas agradáveis, mas escolheram ser dois panacas.

Antes que a discussão continuasse, fomos interrompidos pelos seguranças que não perguntaram o que estava acontecendo, apenas nos advertiu que se quiséssemos brigar deveríamos procurar outro lugar.
Nunca tinha visto Tatiana tão irritada. Ela chamou os caras de panacas e teria dito muito mais se os seguranças não tivessem chegado. Tentamos esquecer tudo e voltamos pra casa, embora não tivéssemos conversado sobre o assunto, tivemos medo de ser agredidas.

Depois de toda agitação, ficamos felizes quando o dia finalmente acabou. Celebramos ao som de The Corrs – Unplugged. Jantamos uma deliciosa lasanha e saboreamos um vinho.
Antes de chegarmos ao fim da garrafa, Tatiana já estava embriagada. Sua libido, nesse momento, já estava muito clara…
Começamos nos beijando enquanto a mão de Tatiana encontrava meus seios. Ela foi se divertindo, apertando e massageando meus mamilos, que em pouco tempo ficaram rígidos.
Não perdeu nenhuma parte de mim, beijou todos os centímetros do meu corpo e me fez delirar e implorar por mais. Implorava para que seus lábios – hora quentes, hora frios – saboreados pelo vinho descessem até a gruta que ficava entre minhas pernas e provasse meu gosto.
Fiquei feliz quando Tatiana levantou minha saia, puxou minha calcinha para baixo e deitou sobre mim. Levantou minhas pernas, que coloquei em volta de sua cintura, sentindo seu sexo quente e molhado colado no meu.
Nossos beijos eram ofegantes, nossos movimentos ritmados e os nossos gemidos eram abafados pelo som da música que vinha da TV.

– Onde está o dildo? – perguntou Tatiana.
– Está no quarto.
– Vou buscar.

Com o strep on na cintura, Tatiana deitava novamente sobre mim. Me masturbou, penetrou um e, depois, dois dedos, até finalmente introduzir o dildo que deslizou para dentro.
Afastando Tatiana, me coloquei de quatro e pedi que ela me penetrasse por trás. Enquanto me masturbava, ela penetrava lenta e calma e usava uma das mãos para massagear o meu ânus e penetrar um e outro dedo de vem em quando, o que me deixava completamente louca.
Delirante também estava a Tatiana ao ver o meu prazer. Completamente embriagadas, nos entregamos com a intensidade ao máximo e exploramos nossos corpos buscando todo o prazer que aquela noite poderia nos proporcionar.
Estava exausta quando finalmente gozei intensamente. Nos deitamos para recuperar as forças e adormecemos entrelaçadas.

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Depois do cinema… Parte 2

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