A Indústria do Prazer

É com grande prazer, que a Lígia traz um tópico a respeito de um tema polêmico: a pornografia.

Vídeo da atriz Stoya:

A pornografia tem uma história quase tão antiga, quanto a humanidade. Os desenhos mais antigos da nudez humana, encontrados em cavernas, remontam do período paleolítico. Naquela época, as imagens não possuíam a conotação sexual de hoje, eles representavam a espiritualidade do povo daquele período. Na antiga Roma – e em outras cidades que faziam parte do império romano -, era comum a prática de desenhar figuras fálicas nas calçadas, para indicar a direção de prostíbulos.

A indústria pornográfica ou a indústria do sexo, movimenta anualmente mais de 10 bilhões de dólares nos Estados Unidos – um dos países que mais produz e vende este tipo de material. – No Brasil, estima-se um movimento de mais 2 bilhões de reais por ano.

Alguns outros dados gerais:

– O Brasil é o 10º país com mais atores pornôs do mundo;
– 30% de tudo que é visto no mundo da internet está relacionado ao sexo;
– A cada segundo 28 mil internautas acessam pornografia;
– No Brasil, 61% das pessoas entre 18 e 24 anos, já acessaram conteúdo pornô;
– 43% dos internautas afirma assistir pornografia.

Com todo esse “boom” de material pornográfico disperso em diversos suportes (revistas, DVD`s, sites, sex shop, etc.), o mercado pornográfico tem voltado mais a sua atenção para as mulheres. Porque sim, mulheres também consomem material pornográfico e sexo faz bem!

É preciso quebrar esse tabu de que pornografia é coisa de gente promíscua; de que mulheres que consomem esse tipo de material, assumem um comportamento masculino.

Desde a antiguidade grega, materiais pornográficos eram vendidos, como por exemplo, objetos fálicos esculpidos de madeira. Naquela época, consumir e vender esse tipo de material não era explícito, por motivos de ordem política e de organização social. Nos dias atuais, a prática de comercializar e comprar esses acessórios, não é explícita por causa do pudor. Porém, nos dois períodos históricos, percebemos o desejo sexual, que faz parte de todo ser humano.

É através do consumo de material pornográfico, ou erótico (derivado da palavra grega “eros”, que significa amor carnal), que as pessoas se estimulam – sozinhas ou acompanhadas – para chegarem ao finalmente do sexo e/ou masturbação.

Com a crescente busca das mulheres (heterossexuais, bissexuais e homossexuais) por vídeos eróticos, a indústria resolveu remodelar o formato de seus filmes para atender o público feminino. Surgiram então, empresas especializadas no segmento pornográfico feminino.

O público feminino é mais exigente quanto a estética dos filmes. O enredo é mais trabalhado com mais diálogos e preliminares; as mulheres são tratadas com mais romance e carinho; o cenário é mais bonito/arrumado; as atrizes são escolhidas pelo visual, não pelo desempenho.

Porque mulher – independente de ser hétero, homo ou bi -, é um ser cricri e se liga nos mínimos detalhes. A mulher vai reparar no lençol que está sendo apresentado no vídeo, no esmalte da atriz, no romance durante as preliminares e outras coisas do tipo.

Seguindo essa linha de raciocínio, vale ressaltar que masturbação não é pecado e também não faz mal a saúde. É valido dizer que pessoas que se masturbam: tem um conhecimento maior do próprio corpo, portanto conseguem um desempenho sexual melhor; além de serem mais bem humoradas e possuírem pele bonita. Se você não se masturba, comece agora!

Sexo todo mundo faz, todo mundo pensa, todo mundo comenta e todo mundo surgiu dele!

Nos próximos tópicos, falaremos sobre acessórios, sexo seguro e atrizes pornôs!

Vídeo com técnicas de masturbação feminina:

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