Um despertador diferente

Um despertador diferente é o melhor despestador de todos, nada de campanhia tocando no seu ouvido, apenas uma lingua aveludada passeando por partes sensiveis do seu corpo até você suspirar, chegar ao climax e adormecer novamente. Quem não desejaria acordar assim de vez em quando? se for numa segunda-feira então, a semana fica ainda mais interessante. Aguardo o seu comentário!

Conto erótico lésbico – Um despertador diferente

 

Às vezes acontece de eu sonhar alguma coisa e, quando acordo, percebo que está realmente acontecendo. Por exemplo: quando eu era criança, sonhava que estava fazendo xixi na cama e, pra minha surpresa, eu estava mesmo fazendo xixi na cama. Agora, já adulta, muito raramente sonho que estou gozando e acordo tendo um delicioso e suave orgasmo do qual eu lamento o dia inteiro. Me parece um orgasmo perdido, porque quando percebo já está quase acabando, então fico com gosto de quero mais…

Naquela manhã de outono, antes que eu abrisse os olhos, Patrícia me bebeu. Ela me chupou e me lambeu deixando meu íntimo molhado. Seria um perfeito despertador e também um ótimo aquecedor para o outono… Sonhei que isso estava acontecendo e meu corpo acompanhou o ritmo daquelas lambidas e brincadeiras que Patrícia fazia com a língua, sorvendo, chupando e massageando meu sexo. Muito antes que eu gozasse, tomei a lucidez de que não estava sonhando e aproveitei para prolongar o sonolento orgasmo.

Como a maioria das minhas parceiras, Patrícia era mais velha do que eu. Linda, nos seus 28 anos, não gostava muito de sol, por isso estava sempre muito clara. Tinha as pernas muito finas, um bumbum discreto e os seios eram a parte do seu corpo que eu mais gostava, embora também gostasse muito dos seus dedos finos e habilidosos.

– Não está mais zangada comigo? – perguntei

– Não quero falar sobre isso – disse Patrícia, tentando não tocar no assunto.

– Tem certeza?

– Claro, ou você quer que eu pare pra gente continuar a discussão de ontem?

Meu gemido alto respondeu sua pergunta. Me contorci de prazer enquanto seus dedos penetravam em meus orifícios, entrando e saindo de forma lenta e calma e, às vezes, pausada.

Com a intensidade daquela manhã, gozei e seus lábios que, ainda lambuzados de mim, me beijaram e sussurraram em meu ouvido.

– Espero que você recupere suas forças… Eu também quero…

– O que você quer? – perguntei apenas para provocar.

– Quero que me… Você sabe.

– Não, não sei… Só farei se você disser o que quer. Onde quer que eu faça? O que quer que eu faça? Não tenha medo, diga…

Patrícia não se dobrava nunca para sonoplastia e, às vezes, eu sentia que estava com uma puritana, coisa que eu nunca fui. Mesmo assim, continuei forçando a barra, até que arranquei de Patrícia algumas frases incompletas e cheias de tesão.

– Me chupa vai… chupa essa buc… chupa…

Não conseguia terminar a frase, mas se esforçava para tentar me convencer.

Brinquei com a situação até que decidi satisfazer a sua vontade…

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