Um novo olhar para uma velha amizade parte 2

Confira a segunda parte do conto erótico lésbico um novo olhar para uma velha amizade parte 2. E não esqueça de deixar a sua nota e o seu comentário.

Em minha casa, a nova Renata parecia muito à vontade. Depois do encontro e da aventura no shopping, começamos uma nova brincadeira. Nunca tinha notado como Renata era criativa, mas estava adorando essa descoberta.
Por baixo de toda aquela roupa, seu desejo fervia tanto quanto o meu. Muito dominadora. Pergunto a mim mesma: onde ela estava esse tempo todo? Como passou despercebida pelos meus instintos? Como perdemos tanto tempo?

– Está treinando para ser dominatrix? – perguntei embriagada de tesão.
– Acho que não – respondeu Renata com uma gargalhada contagiante – Como está se sentindo?
– Gostaria de poder descrever…
– Quer que eu faça algo por você?
– Sim… Várias coisas.
– Abra as pernas – disse sussurrando em meu ouvido.

Sentada na cadeira, estava em frente à cama. Minhas mãos amarradas atrás com um laço frouxo, meus seios cobertos pelo sutiã preto de renda e, na parte de baixo, nada, nem mesmo uma calcinha… Meus olhos vendados intensificavam as sensações.
Renata ainda vestia a camisa branca. Os botões abertos deixavam à mostra o sutiã preto, também de renda, que combinava com a calcinha no formato tanga, que cobria o mínimo possível do monte de Vênus.

Fiz como ordenado. Com muito tesão, minhas pernas tremiam. Suas mãos deslizaram em direção às minhas coxas, afogando no lago que se formara entre minhas pernas.
No instante seguinte, Renata estava me masturbando. Olhando em meus olhos, se deliciava com meu prazer. Conseguiu, mais uma vez, me roubar as palavras – mas dessa vez não me deixaria gozar, queria mais…
– O que quer que eu faça? – sussurrou em meu ouvido.
– Não sei ao certo.
– Por que suas pernas estão tremendo?
– Não sei ao certo…
– Consegue dizer algo além disso?
– Não sei ao certo… – rimos juntas.

Ela, então, sentou em meu colo. Com uma das mãos continuou me tocando e com a outra mergulhou em meus cabelos, segurando contra seu corpo. Me beijou demoradamente, era um beijo excitado, eu não era a única a estar molhada, e ela também lutava contra a vontade de ser passiva.
– Solte meus braços – disse em seu ouvido – quero sentir o seu gosto.
Parou de me tocar como resposta e levou seus dedos ainda molhados à boca.
– O que vai fazer quando eu te soltar?
Soltou o laço que prendia minhas mãos. Deixei de ser passiva e a tomei nos braços, admirei o seu corpo e acompanhei os seus movimentos enquanto me deitava sobre ela.
Não havia mais espaço entre nós e menos ainda entre nossos sexos, eu estava no controle e aquele seria novamente o nosso jogo.

***

Tomadas pela exaustão, dormimos abraçadas pela primeira vez. Despertamos horas depois.
– No que está pensando? – ela perguntou.
– Sobre a nova Renata, por onde ela andou?
– Não sei… Você teria me notado se ela não tivesse aparecido?
– Acho que não… É verdade que nunca tive segundas intenções com você – afirmei.
– Isso te incomoda?
– É engraçado… Você é sempre assim?
– Assim como? Cheia de energia? – Renata perguntou sorrindo.
– Sei lá… Ativa… Esse foi um dos melhores orgasmos que já tive.
– Será que isso é bom?
– Não sei… Aconteceu muito rápido. Não consigo medir… O que faremos agora? – questionei.
– Falar todos os dias ao telefone, escrever e-mails, mandar e receber mensagens de texto no celular, fazer sexo nos horários vagos… A lista é enorme.
– Isso seria namoro – afirmei.
– O que tem contra namorar?
– Não sei… Só não estava esperando…

Um longo silencio se formou entre nós.

– Você trabalha amanhã? – perguntou Renata.
– Não, trabalho no sábado, e você?
– Estou livre o final de semana todo.

Adormecemos novamente.

Fim!

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Leia também conto erótico lésbico a volta da Tatiana parte 1

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